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Equipe de Marketing da Magic Software Enterprises
Muitas empresas hoje sabem porque faz sentido mudar para RIA. Elas reconhecem os benefícios substanciais que podem ser obtidos com a migração, mas ainda estão relutantes em dar o próximo grande passo e desenvolver aplicações de negócios que incorporam a verdadeira essência do RIA corporativo, ou seja, uma rica experiência do usuário que melhora performance e produtividade.
RIAs corporativos são aplicações estilo desktop que se caracterizam pela riqueza e funcionalidade interativas para oferecer uma experiência do usuário muito melhor em comparação com as aplicações padrões baseadas em browser. Enquanto a interface do usuário no RIA corporativo não precisa incluir os elementos gráficos elaborados e complexos ou animações interativas associadas com aplicações comerciais, sociais ou jogos, ela deve, porém, ser clara e envolvente para prover usabilidade intuitiva e eficiente. Um conjunto de aplicativos como o Google Docs mostra a impressionante, robusta e rica experiência do usuário que pode ser alcançada na implementação do RIA em todo o seu potencial.
Frequentemente as empresas se limitam a fornecer apenas as funcionalidades mais básicas, com pouca atenção para a qualidade da experiência do usuário. Ao fazer isso, elas tiram o ‘rico’ fora do RIA. Mas por que isso está acontecendo? Como podemos explicar essa relutância para abraçar o verdadeiro valor agregado do RIA?
Parece que a resposta reside principalmente na natureza do processo padrão de desenvolvimento do RIA. As ferramentas de desenvolvimento RIA normalmente exigem esforços de desenvolvimento separados para o lado Client e para o lado Server de uma aplicação, utilizando normalmente linguagens de programação diferentes e exigindo diferentes habilidades do desenvolvedor. Equipes separadas de desenvolvedores precisam ser contratadas, treinadas, e gerenciadas. A dependência de múltiplas equipes e conhecimentos pode criar gargalos no processo, e torna mais difícil atualizar uma aplicação conforme as necessidades dos usuários evoluem. Então, diante do alto custo e do trabalhoso processo de criação e manutenção de aplicações verdadeiramente ricas, algumas empresas barram o investimento necessário de tempo, dinheiro e esforço.
No entanto, essas empresas não precisam mais ter receio do ciclo de desenvolvimento para RIA. Plataformas de aplicações orientadas a metadados oferecem uma nova abordagem para a implantação RIA, simplificando e racionalizando o processo de desenvolvimento. Por exemplo, com a tecnologia correta, agora é possível usar uma única linguagem de programação e ter um único esforço de desenvolvimento para criar tanto o lado Client quanto o lado Server do aplicativo. Sem múltiplas equipes; sem múltiplos esforços de desenvolvimento; sem ciclos de desenvolvimento morosos e caros; apenas a liberdade para se concentrar em melhorar a riqueza da experiência do usuário.
Basta somente utilizar as ferramentas corretas para o trabalho. As empresas não devem se contentar com menos, quando se pode obter muito mais da experiência RIA, com um investimento relativamente pequeno. Quando se trata de RIA, ficar ‘rico’ não tem que ser caro.
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Manoel Frederico da Silva / Product Manager & MAGIC Evangelist / Magic Software Brasil
Falamos anteriormente a respeito de alguns passos necessários na migração de projetos eDeveloper ou uniPaaS que utilizam controles ActiveX. Basicamente, da necessidade de se converter o ActiveX em .NET User Control usando o utilitário AXImp.
Vamos agora abordar outro aspecto a respeito do mesmo assunto, que pode causar algumas dúvidas nos desenvolvedores.
Imagine que o desenvolvedor já utilizava anteriormente controles .NET em seus projetos:
Como tanto o eDeveloper quanto o uniPaaS 1.x (ou mesmo o VB6, Delphi, etc…) não são aplicações MS.NET, eles não tem como exibir .NET User Controls em suas telas.
Usava-se então os recursos de interoperabilidade do MS.NET e convertia-se o controle .NET em controle ActiveX:
Pronto. Agora com um controle ActiveX proxy criado, este controle .NET podia ser utilizado nas soluções eDeveloper ou uniPaaS.
Porém, este tipo de controle não pode ser convertido utilizando-se o AXImp, porque ele já é um .NET User Control originalmente.
Como então migrar estas telas para o uniPaaS 2.0?
É muito simples.
Basta utilizar o controle .NET original, diretamente nas soluções uniPaaS 2.0:
Nas telas dos programas/tarefas, cria-se uma virtual .NET (ao invés de ActiveX) associada ao controle:
Coloca-se o controle no formulário (janela):
E está pronto para utilização:
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Manoel Frederico da Silva / Product Manager & MAGIC Evangelist / Magic Software Brasil
Falamos anteriormente a respeito de algumas mudanças em nossas soluções baseadas no novo uniPaaS 2.0, especialmente na questão da interface (telas). A lista completa dessas mudanças pode ser conhecida no DevNET* da MAGIC: http://devnet.magicsoftware.com/en/library?book=en/uniPaaS2/&page=Whats_Different_in_uniPaaS_V2.0.htm.
Basicamente, se resumem ao fato de que agora o runTime é MS.NET e conseqüentemente, as telas são objetos WinForms.
Um dos efeitos mais diretos, é a impossibilidade de se mostrar controles ActiveX nas telas WinForms.
Desde o eDeveloper 9.4, as soluções MAGIC podem incluir controles ActiveX em seus formulários (telas).
Exemplo em Visual Basic 6:
Exemplo em uniPaaS 1.9g:
No uniPaaS 2.0 nós continuamos tendo a opção de criar objetos OLE e acessá-los através do comando Invoke COM. Mas colocar controles ActiveX em telas, não é mais possível.
Como manter minhas soluções antigas, que usam ActiveX, funcionando?
É simples, bastante simples na verdade. O MS.NET SDK possui um utilitário chamado AXImp.exe. É um programa de linha de comando, que converte uma classe ActiveX em uma classe MS.NET, e permite que seja utilizada em telas WinForms (como é o nosso caso aqui).
O AXimp converte um ActiveX em um .NET User Control.
NOTA: Existem versões específicas do AXImp para Windows 32bits e 64bits. Veja mais detalhes em: http://social.msdn.microsoft.com/Forums/en/netfx64bit/thread/d5d11837-d697-4a64-9b61-8a974b622098
Neste nosso exemplo, com o controle ChartFX 2.0, poderíamos fazer desta forma:
AXImp C:\Windows\system32\CFX32.OCX /out:CFX32.DLL
Serão gerados alguns assemblies .NET, contendo a classe ActiveX já convertida. Entre eles, o assembly CFX32.DLL.
NOTA: Os assemblies gerados são classes “proxy” (capas) para os verdadeiros controles, que permanecem sendo um ActiveX. Por isso, a distribuição e registro do ActiveX (arquivo .OCX) continua sendo necessária.
Então, carregamos estes assemblies como componentes de nossa solução uniPaaS 2.0:
DICA: Os assemblies que for utilizar que não sejam registrados no GAC do MS.NET, você pode copiá-los para a pasta %EngineDir%RIAModules\Desktop, pois ela já está relacionada no probing path do uniPaaS.
Criamos a virtual associada a este controle .NET:
Colocamos o controle no formulário do programa/tarefa:
E está pronto.
O controle ActiveX agora convertido em controle .NET está disponível para uso em nossa solução uniPaaS 2.0:
(*) O DevNET (http://devnet.magicsoftware.com/) é um portal repleto de informações sobre todos os produtos MAGIC, que todo desenvolvedor/arquiteto de soluções uniPaaS/iBolt deveria conhecer.
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Manoel Frederico da Silva / Product Manager & MAGIC Evangelist / Magic Software Brasil
O uniPaaS 2.0 está oficialmente lançado. Depois de muita expectativa da comunidade MAGIC, finalmente ele está disponível.
E este é o seu grande novo recurso: runTime .NET
Muitas outras novidades (algumas até já anunciadas) virão nos próximos releases/services packs, mas esta: runTime .NET, já está disponível para todos nós.
Seu motor de execução de aplicações (runTime) que antes era um engine C++, agora é um engine MS.NET.
NOTA: Ainda existe (e permanecerá existindo) o engine C++, para as demais plataformas (não Microsoft Windows) atendidas pelo uniPaaS. E mesmo no novo engine MS.NET, uma pequena parte permanece em C++ para realização de P/Invoke e outras atividades de baixo nível necessárias.
Quando o desenvolvedor abre o Studio do novo uniPaaS 2.0 e se depara com a mesma interface conhecida das versões anteriores:
Ele pode ficar tentado a não “ver” tanta novidade assim.
Mas é um engano.
O novo runTime .NET muda tudo!
É um marco no desenvolvimento de soluções, tanto para quem já é desenvolvedor uniPaaS, quanto para quem é desenvolvedor .NET
Para quem já é adepto do uniPaaS:
Pare alguns instantes, e imagine o mar de possibilidades que se abriu com a integração nativa MS.NET nas tarefas/programas On-Line e Batch do uniPaaS:
Não se resumindo aos novos (e importantes) recursos visuais que você poderá colocar em suas aplicações, mas se você necessitar trabalhar com comunicações (https, ftp, tcp, snmp, smtp, udp, …), WorkFlow Foundation (WWF), certificados digitais, assinaturas digitais, API do MS-Windows, tudo isso e muito mais está lá no framework MS.NET. E agora está ao alcance de suas aplicações uniPaaS, de uma forma fácil e nativa. Tudo que o uniPaaS tem de bom, agora está multiplicado pelos recursos do MS.NET.
Para quem já trabalha com o MS.NET:
Os recursos que você já está acostumado a usufruir do framework .NET agora podem ser acessados sem aquele emaranhado de códigos e arquivos. Através da arquitetura ágil, eficiente e code-free do uniPaaS, que privilegia a camada de regras de negócio, abstrai a camada tecnológica, reduz drasticamente o esforço de desenvolvimento e multiplica a eficiência da manutenção e evolução das soluções, a qualidade de suas soluções alcançará um nível até então não imaginado. Tudo que o MS.NET tem de bom, agora está multiplicado pelos recursos do uniPaaS.
O uniPaaS 2.0 é um marco divisor em tecnologia de desenvolvimento de aplicações, e está ao seu alcance. Não perca a oportunidade.
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Manoel Frederico da Silva / Product Manager & MAGIC Evangelist / Magic Software Brasil
O uniPaaS 2.0 está oficialmente lançado. Todos os usuários da ferramenta podem acessar o site de download, realizar o seu login e baixar esta nova versão.
É importante observar que a licença mudou:
Será necessário solicitar ao seu revendedor uniPaaS o upgrade de licença 1.x para 2.x
Instalação
O processo de instalação não sofreu alterações. Praticamente são os mesmos componentes existentes na versão 1.x (incluindo o SystInet 6.6), e o mesmo fluxo de seleção para executar o instalador:
Contudo, existe agora um pré-requisito a mais: as estações (MS-Windows) onde for instalado o uniPaaS 2.0 necessitam ter também o MS.NET FrameWork 3.5 (ou +). Veja a documentação oficial:
Isso porque agora o uniPaaS 2.0 runTime é uma aplicação 100% (genuinamente) MS.NET. E assim também serão todas as soluções (.ecfs) criadas com o uniPaaS.
Estrutura de Pastas
A estrutura de pastas criada pelo instalador para conter os módulos (arquivos) que compõem a suíte uniPaaS também permanece a mesma, mantendo todo o conjunto uniPaaS centralizado num único local (como sempre foi). Contudo, duas diferenças devem ser observadas:
A primeira é que o uniPaaS 2.0 runTime é um programa extremamente pequeno, e possui um arquivo “.config” associado. Isso se deve ao fato do runTime ser 100% MS.NET.
A segunda é que, por ser um programa MS.NET, ele está subordinado às políticas de segurança do MS.NET. E por padrão, o MS.NET não executa programas (.exe) que estejam localizados em pastas de rede (compartilhadas). Somente se estiverem em pastas locais. Como é costumeiro instalar o uniPaaS em pastas compartilhadas, será necessário executar um utilitário do MS.NET chamado casPol (Code Access Policy), para tornar esta pasta de rede um local confiável para o MS.NET. Veja a documentação oficial:
Interface do Studio (IDE)
A interface do desenvolvedor (uniPaaS Studio) permanece a mesma existente na versão 1.x:

Não haverá absolutamente nenhum esforço de adaptação à interface da nova versão.
Estrutura dos Projetos/Soluções
A estrutura interna dos projetos uniPaaS na versão 2.0 mudou. Isso significa que será preciso executar uma migração do seu projeto 1.x para o 2.x, e que não é possível abrir o mesmo projeto nas duas versões (ex: 1.9 e 2.0). A migração é um processo automático quando você abre um projeto antigo no novo uniPaaS 2.0 Studio. Veja os detalhes em Guia de Migração para o uniPaaS 2.0.
Este documento (.PDF) é muito importante, especialmente porque ele também detalha o que mudou no uniPaaS runTime em relação à versão 1.x, e quais recursos que ficaram postergados para os próximos releases do produto.
Além disso, estes outros links do DevNet também são interessantes:
Novidades
Enfim, o mais legal de qualquer nova versão são os novos recursos. Como dito anteriormente, o uniPaaS 2.0 runTime é uma aplicação 100% (genuinamente) MS.NET e assim também serão todas as soluções (.ecfs) criadas com ele. Toda integração com MS.NET que antes existia apenas nas tarefas RIA (Rich Client), agora estão disponíveis para as tarefas On-Line (interativas) e Batch (não-interativa).
Agora é possível em todo projeto uniPaaS:
1) Vincular assemblies MS.NET como componentes do projeto
2) Criar variáveis .NET vinculadas a objetos do MS.NET FrameWork
3) Colocar controles .NET nas telas da aplicação uniPaaS (que agorasão telas WinForms)
4) Criar handlers para eventos dos objetos MS.NET
5) Invocar código VB ou C# diretamente das tarefas uniPaaS
6) Acessar métodos e propriedades dos objeto .NET diretamente nas expressões
Concluindo: sua aplicação pode agora se beneficiar 100% dos recursos existentes na biblioteca MS.NET.
NOTA: é importante ressaltar, que estes novos recursos (MS.NET) não devem ser utilizados em tarefas batch que deverão rodar em outras plataformas (não MicroSoft Windows), como por exemplo Linux, System i, Unix, etc… O runTime uniPaaS continua disponível para todas elas, mas obviamente os recursos .NET só existem na plataforma MS Windows.
Mais Mudanças
Como mencionado anteriormente, este link (O que muda na versão 2.0 do uniPaaS) lista todas as mudanças significativas da versão 2.0, especialmente as relacionadas com a interface interativa (telas) da aplicação.
Estas foram as primeiras impressões. Sempre que houver novidades publicaremos novamente, para mantê-los sempre atualizados.
Publicado em Desenvolvimento, iBOLT | Etiquetado .NET, Desenvolvimento de Sistemas, uniPaaS 2.0 | 1 Comentário »